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A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

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Uma Macaca na Cidade (25)

“Os meus olhos são holofotes, a policiar o infinito”

Almada Negreiros (1893-1970)

 

Está patente até ao próximo dia 5 de Junho, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, uma exposição antológica mostra a obra de José de Almada Negreiros, um artista que catalisa a vanguarda nos anos 1910 e atravessa todo o século XX.

 

“A exposição apresenta um conjunto de obras que reflete a condição complexa, experimental, contraditória e híbrida da modernidade. A pintura e o desenho mostram-se em estreita ligação com os trabalhos que fez em colaboração com arquitetos, escritores, editores, músicos, cenógrafos ou encenadores. Esta escolha dá também visibilidade à presença marcante do cinema e à persistência da narrativa gráfica ao longo da sua obra. Juntam-se ainda obras e estudos inéditos que darão a conhecer diferentes facetas do processo de trabalho artístico de José de Almada Negreiros”, pode ler-se na apresentação da exposição, no site da Gulbenkian

 

“Os meus olhos não são meus, são os olhos do nosso século!”, diz Almada e nós acreditamos!

 

A exposição é de uma riqueza artística notável e facilmente encontramos referências gráficas do nosso imaginário de pessoas com parte da sua vida passada no séc. XX. A sensação de “olha este azulejo/cartaz, não fazia ideia que era do Almada…” é constante. É uma exposição que vale a pena, mesmo para quem acha que Almada e Negreiros são clubes de futebol da 3ª divisão (quem não conhece a velha piada do Almada-1 x Negreiros-0? 😁😁😁).

 

Tinha imensas saudades de ir a um museu, ver uma exposição. É algo que adoro fazer e que já há algum tempo que não tinha oportunidade. Assim, aproveitei a manhã do Dia da Mãe, peguei na baby mais nova e lá fomos as duas.

Collage_Fotor2.jpg

Collage_Fotor1.jpg

Perdoem-me a má qualidade das fotos, mas a Maria – ao contrário do Manel, que ficava sempre muito atento (ou a dormir… acho que era mais isso!) no carrinho quando resolvia levá-lo a exposições/museus – resolveu não parar quieta, berrar e espernear para sair do carro e só quis andar de mão dada e a empurrar o próprio carrinho ou a gatinhar (ou melhor, a arrastar-se) pela exposição fora… Acho que ela gostou particularmente dos sofás que pontuam a sala de exposições, e que para ela serviam de apoio. Por acaso não sei quem os desenhou, mas tenho quase a certeza que não foi o Almada…

 

Anyway… Não percam! Ideal mesmo é levar farnel e fazer um pic-nic nos jardins da Fundação.

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