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A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

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Uma Macaca na Cidade (12)

Querido(s), mudei de look 

 

Calma, foi só uma franja… E uma tesourada valente na trunfa, que estava mesmo a precisar. Ainda assim, há quem não me reconheça… Imaginem! 

 

E perguntam vocês, onde é que se corta o cabelo na cidade?

A macaca responde: no cabeleireiro de bairro, com a cabeleireira de há 20 anos! Ah, pois é… bebés! 

 

Bem sei que o que não falta em Lisboa são cabeleireiros xpto, uns verdadeiramente profissionais, outros a armar ao pingarelho, ambos a levar-vos (literalmente!) o couro e o cabelo por um brushing ou por um corte! 

 

Como tal – e porque no meu bairro, a par com talhos e farmácias, o que não falta são salões de cabeleireiro – eu sou fiel à minha cabeleireira. Ela é que não é muito fiel aos sítios, que já rodou mais de metade dos cabeleireiros do bairro. E eu…? Eu ando sempre atrás dela, tipo carraça! E não ser que ela emigre, e vá cortar cabelos para outra freguesia, assim continuarei. 

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Não tenho medo da tesoura e não me importo nada de mudar, mas gosto de saber que o faço com alguém que já me conhece minimamente e que vai aconselhar-me aquilo que é melhor para mim! Já em relação a tintas… a história é outra. Posso dizer-vos que esta macaca que vos escreve NUNCA pintou o cabelo. E é aqui que a porca torce o rabo… Aos 36 (going on 37), os brancos começam a aparecer de forma inclemente e eu ando a tentar ignorá-los, mas não sei por quanto mais tempo poderei fazê-lo até tomar uma decisão… Até tomar A decisão! Mas isso dava todo um outro post… 

 

A bem do cabeleireiro de bairro posso afirmar que o espaço é modernaço e acolhedor e o preço bastante razoável. A minha cabeleireira também corta o cabelo ao meu filho, nomeadamente durante o Inverno, em que está muito frio para o pai lho rapar (pente 4) com a máquina em casa. Nunca fomos a um desses cabeleireiros especialmente destinados a crianças, mas nunca sentimos falta de distração, porque o momento do corte é uma festa para o Manel e para a cabeleireira, em que ambos se divertem a ver episódios da Ovelha Choné no telemóvel. 

 

Não me esqueço do dia em que casei: antes das 8h da manhã já estava à porta do cabeleireiro para ela me pentear e colocar o véu, depois enfiou-me num táxi e disse ao motorista com ar ameaçador que fosse devagar até minha casa, que “Ai dele que o penteado se desmanchasse!”. 

 

Lamechices à parte, ela corta mesmo bem e estou super satisfeita com o meu novo look.

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