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A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

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Uma Macaca na Cidade (11)

Aviso: esta crónica cheira mal! 

 

Que me desculpem os mais sensíveis, mas preciso desabafar sobre um tema que me anda a consumir. Cocó. Mais concretamente cocó de cão. Em particular, nos passeios do meu bairro. No geral, pelas ruas da cidade. 

 

Não há como escamoteá-lo: este é, talvez, o grande senão da freguesia que habito (o estacionamento selvagem é outro, mas isso ficará para uma outra crónica). Por ser um bairro onde há vivendas, o número de animais de estimação, nomeadamente cães, é particularmente elevado. Mas, quando falamos de dejetos de animais na via pública o problema não são os cães, mas sim os donos. Tenho um vizinho, ouvi dizer, que chega ao cúmulo de abrir o portão de casa para o cão ir fazer as suas necessidades na esquina da rua (à sua porta é que nem pensar! Já na dos outros não faz mal!). A sorte dele (dono) é nunca o termos apanhado em flagrante! 

 

Será possível que as pessoas gostem de ter cocós de cão malcheirosos mesmo à porta de casa ou a “enfeitar” a rua onde moram? Não quero imiscuir-me nas preferências de ninguém, mas eu cá não gosto. Aliás, detesto! E não estou a falar de um cagalhão pontua e inadvertidamente “esquecido” no passeio, minha gente! Eu refiro-me a inteiras pistas de obstáculos, verdadeiros campos minados! 

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A frase que mais repetimos, quando saímos de casa em família, é: “ALERTA COCÓ”! Um grito de desespero treinado desde a mais tenra idade, que nos tem poupado muitas chatices. Se andar a pé nestes passeios quase parece uma prova dos Jogos-Sem-Fronteiras, entrar no carro sem surpresas desagradáveis é digno de uma medalha. A coisa piora quando saímos de casa com o carrinho de bebé… Nesse caso, livrai-nos de levantar os olhos do chão! 

 

Lá em casa temos dois cães e o saco de plástico no bolso é o nosso melhor amigo quando vamos passeá-los. O que é que custa, muito sinceramente? Juro que não entendo. Até o meu filho de seis anos há muito que já percebeu. 

Se não querem levar um sermão de uma criança de seis anos (que também faz questão de apontar para todos os carros que vê indevidamente estacionados em cima do passeio) – ou de uma família farta de (vizinhos) cocós – é favor apanhar os dejetos do vosso animal. Está na lei! E é punido com uma coima de mais de 200 euros

 

Aos que continuam a não fazê-lo, desejo que um dia acordem com o chão do quarto forrado a cocó de cão! E não me venham com essa treta de que pisar merda (podemos dizer asneiras no teu blog?) é sinal de dinheiro… senão lá em casa já éramos multimilionários!

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