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A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

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Repetir cromos

Olá bom dia a quem ainda não se enervou com o chefe, no trânsito ou com os filhos queridos!  Pessoas calmas e ponderadas. Como gostava de ser como vocês! Entre não sei quantas refeições por dia, tpc's de férias da Páscoa, saltar à corda, jogar futebol, reuniões na escola ou até mesmo caça aos ovos, devo dizer que I'm still alive e os meus filhos nem sabem a sorte que têm por viverem em paz! 

 

Mas falemos de coisas de adultos (sem bolinha vermelha no canto superior direito, não se empolguem!). Escrevi o post que se segue há um ano mas, como se mantém atual, recordo-o hoje para aqueles que só agora começaram a seguir o blog. Cá vai então o cromo repetido: 

 

Antes de partilhar casa

Li algures por aí, numa revista semanal, que para se ter uma relação feliz, os casais não têm de obrigatoriamente partilhar casa. Uma cineasta canadiana está a rodar um documentário precisamente sobre este tema chamado "Apartners", em português é qualquer coisa como "parceiros à distância". E porque é que a senhora teve esta ideia brilhante? porque basicamente procurava um parceiro no amor, não um companheiro de casa, e porque ela e a sua cara-metade têm ritmos totalmente diferentes, quase incompatíveis debaixo do mesmo tecto! 

 

É precisamente neste ponto, de ritmos diferentes, que as moças casadoiras devem prestar maior atenção, a seguir ao amorrrrrr claro, só para evitar fazer muitas cedências ao longo da relação. Ao início pode ser tudo muito bonito mas depois, vai que o caldo entorna, e não há a mínima tolerância para os tais pontos que vos distinguem. Posto isto, aqui vai uma série de pequenos pormenores que, no decorrer da vida a dois, e na mesma casa, podem fazer toda a diferença:

 

 

- Antes de mais, têm de perceber se o vosso futuro maridão gosta de dormir em camas com a mesma temperatura que vocês. Nós mulheres, por norma, temos sempre mais frio do que os homens de maneira que a cama deve estar bem quentinha. Se o vosso homem tem sempre calor e repudia lençóis polares...vão ter problemas!

 

- Ainda neste capítulo, e para aquelas que só conseguem dormir com estores e/ou cortinas a tapar a claridade, certifiquem-se que o vosso parceiro tem preferência pelo mesmo sistema que vocês. Porque será um choque quando perceberem que, mesmo aos fins de semana, a criatura não se importa de acordar às seis da manhã com a luz do dia! Vão voltar a ter problemas agora com a agravante do mau feitio matinal! 

 

- Permitam a adesão aos canais Sport TV caso tenham mais do que um televisor em casa. Obviamente que ao início podem achar graça ao assunto mas a partir de uma determinada altura já não se aguenta tanto desporto!

 

- Confirmem que ele é organizado com as suas roupas e que, depois do banho não deixa sinais de uma pequena tempestade tropical. 

 

- Testem se partilham os mesmos gostos ao nível de filmes e séries, caso contrário na hora de escolherem um filme, em casa, vai ser complicado. Nos primeiros tempos de casados tolera-se mas depois já nem há paciência para chegar a acordo! Adormece-se e pronto! 

 

 - Assegurem-se que o vosso futuro marido gosta e sabe cozinhar. Isto é meio caminho para serem muito felizes...na cozinha!

 

- É também importante que ele goste de ouvir a mesma música que vocês. Digo isto porque o homem cá de casa de vez em quando tem a infeliz ideia de mostrar o que costumava ouvir nos seus loucos dezasseis anos e ... eu e os miúdos fugimos com medo! 

 

- Percebam se o homem não é picuinha com o automóvel de família. Certifiquem-se que a vocês basta pôr combustível e andar para a frente. 

 

Concluindo:

Quando tudo está bem...maravilhoso, apaixonadíssimos a partilhar o sofá, o televisor, a manta, a cama, o carro...Um romantismo pegado. Até chega a enjoar!!

 

Quando tudo está menos bem...quanto mais distante melhor, uma vez que até custa respirar o mesmo ar. Neste caso é sempre aconselhável ter um plano B. Entenda-se: dois quartos, duas camas, dois televisores, dois automóveis, duas casas de banho, dois empregos e no limite, duas casas. Just in case...

Ter outra casa, que não a de família, será uma das soluções para evitar a rotina e a monotonia ou até mesmo ter espaço para estar sozinho e pensar, diz um terapeuta conjugal acerca do estudo que vos falei inicialmente. O problema, aliás o eterno problema, é ter conforto financeiro para que isto seja possível e, para a maioria dos casais, não existe forma de sustentar duas casas. É uma pena! 

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