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A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

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Quando o telefone toca e é da escola dos filhos ...

Passa-me pela cabeça cenários pavorosos quando recebo uma chamada da escola dos meus filhos. Sou assim desde o tempo em que frequentavam a creche e, confesso que, neste terrível mundo, o meu medo tem-se multiplicado significativamente! Sempre, mas sempre, que vejo o número da escola no meu telemóvel, este meu lado mais dramático ensaia todo um guião digno de filme de terror! 

 

Aqueles segundos que separam o meu "estou sim" e o "estou sim" do lado de lá, eu imagino que um dos meus filhos caiu e partiu-se todo! Que desmaiou! Que não mexe as pernas! Que não me vai reconhecer! Que, junto ao perímetro de segurança montado pela GNR de Pero Pinheiro, aglomera-se gente que me tenta acalmar quando chego à escola, depois de ter infringido dez regras e sinais de trânsito no trajeto casa-escola! Que os médicos do INEM estão a fazer-lhe manobras de reanimação. Que um louco entrou a disparar ... enfim! (cabeça de uma mãe aflita)

 

Isto para dizer que ontem recebi uma chamada da escola dos meus filhos. As mãos tremeram ao mesmo tempo que a voz quando ainda desconhecia o motivo do telefonema! Pulsações a mil. Um latejar forte e imediato na cabeça! E o que foi?

 

O Francisco caiu. Magoou-se no lábio e sangrou um pouco! Nada de mais. Episódios típicos das brincadeiras de crianças! Ele ficou aflito. Assustou-se com o choque (num poste) e com o sangue! Em dois minutos, o pai pôs-se na escola e tratou de o acalmar! Já mais tranquilo, disse que não queria vir para casa porque se sentia bem na escola (a fazer gelo). Tinha professoras, auxiliares, amiguinhos e a mana de volta dele a dirigir-lhe palavras de incentivo e, estou convicta de que, optou por ficar na escola a cumprir horário, porque estava a saber-lhe bem todo aquele mimo e aconchego! 

 

Quando chegou a casa, andou ao meu colo até se fartar e o meu braço aguentar o peso dos seus sete anos! ♥️

 

A reter: uma mãe tem sempre razão para estar preocupada. Que me desculpem as mães "mega descontraídas"! 

 

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