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A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

Restaurantes com buffet

Os preferidos dos meus filhos. E porquê? Basicamente porque andam o tempo todo em pé, de um lado para o outro, e ninguém se zanga com eles! É tão simples!

 

De maneira que o filme é mais ou menos este: levantam-se uma primeira vez e pouca ou nenhuma comida colocam nos pratos. Sentam-se e riem-se da escassa quantidade que vão comer. Hoje já nos safamos, pensam. Levantam-se uma segunda vez e tentam pôr mais qualquer coisa no prato mas distraem-se a rir de uma cena sem piada (p'ra mim!). Sentam-se. Lembram-se que têm de ir conhecer a casa de banho. Piram-se. Voltam com as mãos ainda molhadas e deixam cair talheres. Levantam-se uma quarta vez para espreitar pela janela. Não vêm nada de interessante e sentam-se outra vez. Se optarem por peças de sushi quentes, depressa se tornam frias. Levantam-se e tentam de novo a sorte junto do buffet. Vejo-os tirar um prato limpo de um monte de vinte pratos empilhados. Prevejo o pior. Sentam-se. Acham que é preciso mais guardanapos para todos. Vão buscá-los a correr e eu temo pelo vestido imaculado de uma senhora que tem o azar de se cruzar com eles! Voltam a sentar-se. Sem fome mas com imensa sede que isto de andar a acartar pratos também cansa! Pensam em conjunto "bora buscar comida para os pais" e arrancam em força sem nos dar tempo de dizer uma palavra. Voltam numa travagem brusca para auscultar a nossa vontade ... pode ser doces e frutas, um pouco de tudo, um dia não são dias. Olham um para o outro e dizem "mãos à obra"... 

 

😡😡😡

E nesta correria de refeição, os pais olham um para o outro e conseguem dizer uma frase (completa) sem interrupções! Não é espetacular?! 

 

Portanto, viva os restaurantes com buffet. 😁 Viva! 

 

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Uma Macaca na Cidade (40)

VOTAR ESTÁ IN!

 

A julgar pela ligeira descida na abstenção, nas eleições autárquicas do passado domingo, eu diria que votar está in! Nem que seja para poder tirar uma selfie nas urnas e instagramar, com o belo do boletim de voto na mão! (Sim! Isto acontece… E não foram uma nem duas as pessoas que vi no domingo com este tipo de selfie no IG!)

 

É certo que mais do que umas europeias ou presidenciais, as autárquicas são dos atos eleitorais que mais mexem com as pessoas, que mais dizem respeito ao que realmente importa às pessoas, no seio da sua comunidade.

 

Para mim, sempre foi um acontecimento ir votar. Talvez muito por herança/tradição familiar. Desde tenra idade que me foi incutida essa noção de direito/dever associada ao ato eleitoral. Lembro-me de ver o meu pai sair de casa bem cedo, em dia de eleições, para começar o dia a exercer o seu dever. Já a minha mãe, preferia tratar dos afazeres domésticos e ir votar a seguir ao almoço, acompanhada pelas filhas (e pela mãe, minha avó), todas arranjadas a rigor, com a pompa e circunstância caraterísticas de um passeio domingueiro.

 

Se há pessoa que ainda hoje se reveste de pompa e circunstância para o ato eleitoral é a minha avó. Aos 92 anos, não abdica de ir ao cabeleireiro e de escolher a indumentária para a ocasião com uns dias de antecedência. Em pequena, ia sempre pela mão dela, até à urna e ficava fascinada com aquele papelinho onde ela metia a cruzinha. SEMPRE no mesmo partido! E este SEMPRE não é uma força de expressão, acreditem, mas antes uma realidade. Clube e partido político são duas convicções inabaláveis na sua vida. Um dia, os senhores da mesa de voto lá acharam que eu já seria grande demais para acompanhá-la… Não fosse eu influenciá-la de alguma forma… Aaaaaaah! Vê-se mesmo que não conhecem a minha avó! Que isto das cores políticas e clubísticas vai do berço ao caixão!

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E pronto, só voltei atrás daquele biombo mágico uns anos depois. E desde que tenho direito de voto, nunca falhei uma ida às urnas. Já votei em branco e já estive tantas vezes do lado dos vencedores, como dos vencidos, estou em crer.

 

Outra tradição em casa dos meus pais era ficar a “curtir” a noite eleitoral que, em tempos idos, não incluía um zapping frenético entre os diversos canais porque só existiam dois (e por ser preciso levantar o rabo do sofá para mudar o canal!). Eu e a minha irmã tínhamos que estar caladinhas e deixar os crescidos ouvir os comentários e discursos de vitória e derrota. Aprendi muito nesses serões, hoje sei isso. Apercebi-me disso ontem, quando já toda a casa dormia e eu, sentada no sofá da sala, a média luz, ouvia os soundbites e as análises detalhadas dos resultados das autárquicas.

 

Posso dizer que, em relação às eleições de domingo – e no que diz respeito à “minha” autarquia e à “minha “junta de freguesia” – fiquei bastante satisfeita com o resultado. Votei na continuidade do trabalho até aqui desenvolvido e sinto que não serei desiludida. A ver… E de forma pró-ativa, que isto de se ser cidadão também não é só por cruzinhas no papel.

 

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Completa(MENTE) 5

Espelho Meu, o Que Vejo és tu ou Sou Apenas eu?

 

Não. Não quero saber quem é a mais bonita cá do reino. Nem sequer quero contar um conto de fadas, ou uma tragédia, ou o que quer que seja. Mas sim, quero olhar-me ao espelho e saber o que ele diz. De mim. De todos eles. Mas não um espelho qualquer. Um espelho que são eles. Os meus alunos (e em casa, os meus filhos também). Eles sim, são o melhor, o mais fiável espelho das nossas atitudes e reações, ensinamentos e deceções.

 

Descobri isto ainda cedo na minha carreira. Tinha muito pouca experiência e por isso, este foi apenas “um saber de experiência feito”. De experiência e reflexões. De muitas horas a pensar no que correu bem, e no que correu mal. Principalmente, no que correu mal. Quando corre tudo bem, ou quando achamos que corre tudo bem, é porque não se pensa. E se não se pensa, não se aprende, não se evolui. Peço sempre aos meus alunos para me dizerem o que menos gostaram em cada aula, cada projeto. A princípio, antes de me conhecerem, muitos retraem-se, não querem dizer. Mas quando lhes digo, para não terem medo, que apenas quero que me ajudem a ser melhor, muitos são os que me ajudam e me constroem. A esses, estou grata, eternamente grata. E nesses, penso, se melhoro, cresço.

 

Apesar desta ajuda por parte dos meus alunos, fiz a outra parte da descoberta olhando-me ao espelho. Neles. Aceitando e entendendo que os meus alunos são o meu reflexo e as suas atitudes, o espelho das minhas. Percebi que quando as coisas corriam mal numa determinada aula, raramente era (só) por causa dos alunos. Não me interpretem mal, há alunos muito difíceis que tornam os nossos dias num pesadelo, é certo. Mas acredito, que a forma como lidamos com esses meninos ou meninas é fundamental para o sucesso.

 

Se estou insegura, me vejo numa situação que não antevi, não tive tempo de preparar a aula ou simplesmente estou com problemas pessoais, fico nervosa. Se estou nervosa, não me entrego ao meu trabalho da mesma forma. Se percebo que o trabalho está a correr mal fico ansiosa. Se fico ansiosa perco a conexão com os meus alunos. Se perco a conexão, eles perdem a atenção. Se perdem a tenção, chateio-me. Se me chateio, ignoram-me. Ralho-lhes. Se lhes ralho, perco o respeito por eles. Logo, perdem o respeito por mim. Sem respeito mútuo não há escola, não há aprendizagem. Sem escola, não há futuro. Sem futuro, sem respeito, não somos nada.

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Olhemo-nos ao espelho. As crianças (as pessoas!) apenas copiam a forma como as tratamos. Se nos falam mal, temos vontade de ser amigos dessa pessoa? Claro que não. Se sorrimos a alguém e não nos cumprimentam de volta, ficamos com boa impressão dessa pessoa? Claro que não. Se não somos os primeiros a respeitar os nossos alunos, a admirá-los, a confiar e a estimular as suas capacidades, algum dia estes vão respeitar-nos, admirar-nos, acreditar em nós? Claro que não. Sem reciprocidade, sem amizade, sem um sorriso cresce a insegurança. Na insegurança vivemos sós. Os nossos alunos fazem tudo aquilo que nós acreditamos que conseguem fazer. Acreditemos mais. Demos-lhes mais. Sejamos o espelho seu. E neles, veremos o que lhes damos. E se virmos pouco, não os culpemos. Demos-lhes mais. Nunca é demais. Espelho meu… o que vejo não és só tu. Não sou só eu. És tu, com um grande pedaço meu.

 

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Sónia Vaz

 

Educação para a Cidadania

Chegou-me a informação de que será desenvolvido na escola do meu filho mais novo (1º ciclo) um projeto no âmbito da Educação para a Cidadania cujo principal objetivo é ajudar as crianças a desenvolver a auto-confiança, a integridade e a coragem de fazer o que está certo ... ou seja, um bom carácter; a responsabilidade, o respeito pelos outros, a prestabilidade, a honestidade, o planeamento antecipado, o trabalho em equipa e o equilíbrio.

 

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Creio que NUNCA fez tanto sentido como nos dias de hoje, as escolas do primeiro ciclo darem palco a estes valores universais que, muitas vezes, parecem esquecidos ou ignorados. Acho excelente dedicarem uma hora semanal (podia até ser mais) a estas questões que, para mim, são tão ou mais importantes do que saber papaguear as tabuadas. Acredito que todos têm a ganhar com esta iniciativa. Alunos, professores, auxiliares, pais e, quem sabe, o aproveitamento escolar! 

 

 

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Este domingo não deixe de votar

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E domingo é dia de votar. Dia 1 de Outubro é mesmo importante que o façamos para depois não nos queixarmos. De nada serve reclamar quando nem nos dignamos a perder cinco minutos do nosso santo domingo a exercer o direito de voto. Por isso, vamos lá votar! Sim, já sei que há imensos jogos de futebol, nomeadamente um clássico Sporting-Porto, há cinema, sol e praia, teatro, centros comerciais, família e tudo mais, mas acredito que um dia seja suficiente para a escapadinha à escola primária da aldeia (é o meu caso) pôr a cruz no boletim de voto. 

 

Vote no partido de sempre, no partido da família, numa côr, numa ideologia, num rosto, numa pessoa. Mas vote! Não deixe de votar! Não deixe a taxa de abstenção levar a melhor! 

 

 

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E quando achamos que já vimos de tudo ...

Italiana cumpre sonho e casa consigo própria 

 

Pensou ela: 

Olha, que se lixe, se até agora não encontrei a alma gémea, não me parece de bom tom continuar a insistir. Fico sozinha. Só eu e eu! Não vou perder mais tempo a procurar um gajo que ao início pode parecer um príncipe e depois vai-se a ver e é um ogre! Prefiro só que mal acompanhada. Mas, estava aqui a pensar enquanto fazia três séries de flexões no intervalo dos agachamentos, giro giro era eu casar-me comigo própria! É isso! Sou mesmo um génio! Como é que ainda não me tinha lembrado desta aventura! Vou organizar um casamento tradicional, com tudo aquilo que sempre idealizei, a minha família, os amigos, todos felizes por mim, e só por mim! Não tenho de dividir atenções com ninguém, nem o dinheiro das prendas, e vou ser feliz para sempre! Só eu e eu! Em calhando arranjo um cão ou um gato! Logo se vê! E tá feito! Afinal é tão simples. Andava eu aqui há anos a complicar a minha vidinha! Namorado p'ra cá. Arranjinho p'ra lá! Nã, nã! Essa parva já não sou eu! Caso comigo e ninguém me convence a esperar por um homem! Quais homens, quais quê! Deus me livre e guarde dessa raça! Não tou p´ra isso! Chego bem para mim "própria"

 

 

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Dar a quem precisa

Tenho andado a destralhar roupeiros. Não é coisa que me agrade. Muito pelo contrário. Como não tenho grande capacidade de seleção, fico confusa, baralhada e consequentemente, com uma telha monstruosa! Já escrevi AQUI a brutal incapacidade que tenho em ver-me livre/doar/deitar para o lixo os meus pertences, mesmo aqueles que andam aqui por casa a estorvar e a atravancar outros. Ora, não é de todo o caso da roupa porque, enfim, há sempre espaço para mais uma peça ou outra. Ontem descobri algumas peças de roupa (minhas), se não me engano, de 1998 (que escândalo!) e que não saem à rua há mais de uma década! Logo, o que é que andam aqui a fazer? Isso mesmo, a ganhar pó e a fazer-me espirrar ininterruptamente! 

Solução?

Doar. Dar a quem precisa. Desta forma, estou a ajudar os mais necessitados e, maravilha das maravilhas, abro espaço no roupeiro para coisitas novas! Se também andarem num processo de desapego semelhante ao meu 😢e não souberem a quem doar ... eu tenho uma amiga, a Sílvia Lopes, voluntária oficial do CASA (apoio aos sem-abrigo), uma coisa assim mesmo à séria, que aceita todo o tipo de doações (roupas, géneros alimentares, produtos de higiene etc). 😃😃 Portanto, força nisso! 😃

 

 

Duas breves notas:

1ª - passei algumas das minhas roupas (assim muito pequeninas, os meus xxxxxxxssssss) para o roupeiro da minha filha Maria na esperança que UM DIA as use! Tenho dúvidas! 

2ª - o que será que vesti no inverno passado? tanta roupa e nada com jeito, credo! 😢

 

 

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Sugestão Saudável (70)

Post escrito pela nutricionista Liliana Janicas

 

A Uva e o seu valor nutricional

 

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Para muitas pessoas a uva é a sua fruta preferida. Há quem prefira a branca mas outros gostam mais da preta! A uva oferece muitos benefícios para a saúde, mas deve ser consumida com moderação, devido ao seu valor calórico. 

 

A uva apresenta cerca de 72 a 77Kcal por 100g e 18g de glícidos (vulgarmente chamados de “açucares”). É rica em vitaminas (B6 e ácido fólico), minerais (como o potássio, magnésio, fósforo e cálcio), fibra e antioxidantes (resveratrol e flavonóides). Alguns nutrientes variam consoante o tipo de uva, se branca ou preta. A abundância destes nutrientes fazem dela um concentrado de energia e antioxidantes que melhora o processo de envelhecimento e as doenças degenerativas, a saúde arterial, o colesterol e diminui o risco de cancro. 

 

Alguns estudos já comprovaram a ação dos componentes da uva para a proteção do fígado e do coração, redução da pressão arterial, melhoria na capacidade cognitiva, sistema nervoso central e proteção contra os radicais livres, prevenindo doenças neurodegenerativas como o Alzheimer.

 

Os benefícios também se estendem  para o vinho. O consumo moderado da bebida (100 a 200ml/dia – 1 copo), especialmente o vinho tinto, faz bem ao sistema cardiovascular. As uvas amadurecem segundo as suas variedades e zonas de cultivo mas, normalmente, apanham-se nos meses de Outono, sendo geralmente setembro considerado o mês das vindimas. 

 

 

Cumprimentos saudáveis,

Liliana Janicas

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O que vou sabendo sobre as viagens de autocarro

Eu - Então Maria, estás a gostar de andar de autocarro?

Ela: Eishhh mãe, é bué da fixe! Adoro! O motorista anda bué da rápido! Nós fazemo-nos às curvas! Hoje até pensei que íamos ter um acidente! Bué da fixe, mãe! Ele refila e buzina o tempo todo aos outros condutores! Fartamo-nos de rir! É bué divertido!

 

 

Ai senhores, onde é que eu já vi este filme?!! De motoristas super-heróis no 5º ano a idas a Montelavar comprar gomas no 8º ano. Eis o passado a perseguir-me de uma forma altamente corrosiva 😡

 

E isto ainda agora começou! 

 

(e sim, ela tem de arranjar alternativas ao "bué" mas, neste momento, é um mal menor 😠)

 

 

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Alguém disse #14

"Levanto-me cedo todas as manhãs, sento-me todo nu à secretária em frente à minha folha branca (...) sou um pouco autista (...)  o nível de criatividade que tenho é, claramente, uma doença mental (...) não tenho telefone, nem computador (...) não tenho qualquer relação com a sociedade (...) sei a ordem dos meses se começar por janeiro e se não me interromperem, mas não tenho a certeza. Conheço o alfabeto se começar pelo A e se não me interromperem. Não sei nada. Não conheço nada do mundo real."

 

Entrevista ao designer Philippe Starck na revista E. 

 

Uma pessoa está toda uma vida a sonhar com mobiliário desenhado por este senhor, idealiza como se poderia encaixar no orçamento familiar um modesto candeeiro P. Starck e, vai-se a saber, desenha-os nu, ali em Cascais! 

Sorry, perdi o interesse! 😢

Vou voltar ao catálogo de outono do IKEA! 😢

 

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